PROTOCOLO DE ATENDIMENTO PARA PACIENTES EM
TRATAMENTO QUIMIOTERÁPICO.

Nome: Vivian Moro Fonseca
Tipo: Dissertação de mestrado profissional
Data de publicação: 26/11/2013
Orientador:

Nomeordem decrescente Papel
Maria Cristina Ramos Orientador

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
Elizabete Regina Araújo de Oliveira Suplente Interno
Franciéle Marabotti Costa Leite Coorientador
Maria Cristina Ramos Orientador
Maria Helena Costa Amorim Examinador Interno
Nagela Valadão Cade Suplente Externo
Telma Ribeiro Garcia Examinador Externo

Resumo: Introdução:A quimioterapia antineoplásica tem se tornado uma das formas
mais importantes e promissoras para combater o câncer; entretanto pode
desencadear diversos efeitos adversos. O conhecimento desses efeitos
subsidia ferramentas para o planejamento dos cuidados de enfermagem
adequado para as necessidades dos pacientes e auxilia no manejo dos
sintomas. Objetivo: elaborar um protocolo de atendimento à pessoa em
tratamento quimioterápico, tendo em visa os efeitos adversos da medicação;
construir afirmativas de diagnósticos de enfermagem baseadas nos efeitos
adversos e elaborar intervenções para pacientes em tratamento quimioterápico.
Metodologia: estudo exploratório-descritivo. Inicialmente realizou-se uma
revisão de literatura pela qual identificou-se os efeitos adversos relacionados à
quimioterapia. Com base nestes, escolheu-se os termos condizentes no eixo
foco da Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem (CIPE®
)versão 2011. Os termos escolhidos nortearam a construção das afirmativas de
diagnósticos de enfermagem e a elaboração das intervenções, estas baseadas
na Teoria do Sistema de Apoio e Educação de Dorothea Orem. Resultados:
identificou-se 20 efeitos adversos no tratamento quimioterápico pela revisão de literatura, sendo os mais frequentes: mucosite oral, infecções, náuseas,
sangramento, vômitos, neutropenia e alopécia, respectivamente. A partir dos
efeitos adversos identificados foram escolhidos 25 termos do eixo foco da CIPE
que foram base da construção de 99 afirmativas de diagnósticos de
enfermagem e elaboração de 175 intervenções para esses pacientes. Conclusão: a aplicação do processo de enfermagem facilita o desenvolvimento de um plano de cuidados e sistematiza a assistência de enfermagem. Os diagnósticos de enfermagem construídos e as respectivas intervenções favorecem uma melhora da avaliação e, consequentemente, da assistência aos pacientes em tratamento quimioterápico. As intervenções baseadas no processo educativo podem ser ferramentas para que os pacientes e familiares tornem-se sujeitos do cuidado, com ações voltadas para o enfrentamento dos problemas decorrentes do tratamento.

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