AVALIAÇÃO DO DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM: AMAMENTAÇÃO INEFICAZ.

Nome: Sandra Cristina de Alvarenga
Tipo: Dissertação de mestrado profissional
Data de publicação: 10/04/2015
Orientador:

Nome Papelordem decrescente
Cândida Caniçali Primo Co-orientador
Denise Silveira de Castro Orientador

Banca:

Nome Papelordem decrescente
Cândida Caniçali Primo Coorientador
Eliana Zandonade Examinador Interno
Denise Silveira de Castro Orientador
Telma Ribeiro Garcia Suplente Externo
Franciéle Marabotti Costa Leite Suplente Interno

Resumo: Este estudo tem por objetivo descrever as características definidoras e os fatores relacionados do diagnóstico de enfermagem “amamentação ineficaz”; examinar a associação entre perfil sociodemográfico, clínico e obstétrico das puérperas com o diagnóstico em estudo. Trata-se de um estudo descritivo do tipo transversal. O estudo foi desenvolvido na Maternidade do Hospital Universitário. Foram avaliados 73 binômios mãe-filho internados em sistema de alojamento conjunto, no período de julho a agosto de 2014. Para a coleta de dados, foi desenvolvido um instrumento baseado nas características definidoras e dos fatores relacionados do diagnóstico de amamentação
eficaz, além de dados sociodemográficos, clínicos e obstétricos dos pacientes. Os dados foram analisados pelo pacote estatístico SPSS versão 19.0 for Windows®. Resultados: O diagnóstico de amamentação ineficaz esteve presente em 58,9% dos binômios. As puérperas possuíam média de idade de 27 anos, não possuíam companheiro (63%), tinham mais de oito anos de estudo (71,2%), trabalhavam (52,1%), fizeram pré-natal (97,3%) e eram multíparas (64,4%). Em relação aos recém-nascidos, 58,9% eram do sexo feminino, a termo (90,4%), não mamaram na primeira hora de vida
(87,7%). A escolaridade materna foi a única variável sociodemográfica que teve associação significativa com o diagnóstico de amamentação eficaz. As características definidoras com associação significativa ao diagnóstico de amamentação eficaz foram: descontinuidade de sucção da mama, esvaziamento insuficiente da mama, suprimento de leite inadequado percebido, resistência do lactente em apreender a região aréolomamilar
com a boca, ausência de sinais observáveis de liberação de ocitocina e lactente chora ao ser posto na mama. Os fatores relacionados foram: reflexo de sucção do lactente insatisfatório e ansiedade materna. Conclusão: O estudo torna-se relevante para a melhoria dos componentes do diagnóstico de amamentação eficaz, assim como ajudar os enfermeiros na prática clínica, visto que contribuirá para o planejamento das ações de enfermagem no alojamento conjunto ao binômio mãe-filho, e ainda busca reduzir parcialmente a lacuna existente na literatura sobre diagnósticos de enfermagem presentes na amamentação.

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